Vida de Santo Antão

6 04 2015

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Não é todo dia que encontramos obras valiosas por aí. Porém, encontrei no site Ecclesia uma belíssima obra sobre a vida de Santo Antão, Pai do Monaquismo. Tentarei passar para vocês essa obra sempre lembrando que a fonte é esse excelente site que tanto me ajuda em pesquisas…

1. Sobre a Obra:

1.1 – INTRODUÇÃO

Santo Atanásio de Alexandria, downloado autor da “Vida de Santo Antão”, é o insigne patriarca de Alexandria. Santo Atanásio nasceu cerca do ano 295. Em 325, sendo diácono, acompanhou o patriarca Alexandre, seu predecessor, ao Concílio de Nicéia, onde foi condenada a heresia ariana. Foi consagrado bispo de Alexandria a 08 de junho de 328. Toda sua vida pastoral viu-se envolvida pela controvérsia e lutas desencadeadas pelo arianismo, constituindo-se ele um dos baluartes da verdadeira fé proclamada pelo Concílio de Nicéia. Por cinco vezes foi desterrado de sua sede, sob os imperadores Constantino, Constâncio, Juliano e Valente. Entre 335 e 337 esteve em Tróvoris; entre 339 e 346, em Roma; os três últimos desterros passou-os no deserto do Egito: 356-362, 362-363, 365-366. Voltando finalmente a Alexandria, morre em 373. Nada sabemos sobre sua formação, seus mestres, seus estudos. Segundo seu próprio testemunho, alguns de seus mestres morreram durante as perseguições; em conseqüência, eram cristãos. Em todo caso, seu âmbito era a Igreja. Sem vacilar entrega-se a seu serviço e à sua defesa. parece ser mais copta do que grego. Fala e escreve copta. Conhece seu povo, pois dele provém. Sua comunidade vai apoiá-lo sempre, através de todas as turbulências de sua vida agitada. Dos quarenta e cinco anos de sua atividade episcopal, passou quase vinte no desterro. Isto explica que a maior parte de suas obras tenham surgido da contenda anti-ariana. Não pretende fazer literatura, mas apenas ensinar e convencer. Fora de uma obra em duas partes (Contra os pagãos e Sobre a encarnação do Verbo), escrita em seus tempos de diácono do patriarca Alexandre, a maioria de suas obras teológicas se dedicam a rebater o arianismo e defender a fé nicena, e nelas predomina o tom polêmico, chegando à ironia e ao sarcasmo. (Três sermões contra os arianos, Apologia contra os arianos, Apologia ao imperador Constantino, Apologia sobre sua fuga, História dos arianos para os monges). Mas Santo Atanásio foi também pastor de almas. Infelizmente perderam-se muitas de suas obras, especialmente seus comentários à Sagrada Escritura. Entre seus escritos sobressaem suas cartas pastorais pascais e um tratado sobre a virgindade.

1.2. SANTO ATANÁSIO E O MONAQUISMO

Santo Atanásio não foi monge, mas acha-se em lugar muito destacado nas origens do movimento monástico.Sua vida, como a de todos os Padres da igreja do século IV, foi sumamente ascética. Ainda que seus estudos, segundo o testemunho de São Gregório Nazianzeno, não tenham sido especialmente amplos, possuía ele um grande domínio da Sagrada Escritura. Desde muito cedo parece ter estado em relação com os monges, particularmente com Santo Antão. Dois discípulos deste o acompanharam em seu desterro a Roma em 339, e entre os monges buscou e encontrou colaboradores durante sua luta anti-ariana, confiando a alguns deles sedes episcopais. Todas estas relações de amizade e mútua compreensão – os monges apoiaram amplamente a causa de Santo Atanásio, e este defendeu e propagou o nascente ideal no Oriente e no Ocidente – fizeram-se mais sólidas e profundas durante os três últimos desterros do bispo, na Tebaida e entre os monges pacomianos. Em face à resistência de muitos bispos, Santo Atanásio soube compreender o valor do movimento monástico, estimulou-o, influiu grandemente nele através de seu contato pessoal e de seus escritos, propagou seus ideais e o estabeleceu definitivamente como movimento de Igreja. É indubitável que, fora a ajuda de Deus e sua própria convicção e a adesão inquebrantável de seu povo de Alexandria, Santo Atanásio encontrou no apoio entusiasta do monaquismo copta um grande consolo em sua luta e em seus desterros. Aqui se destaca de modo especial a amizade de Santo Antão: segundo o historiador Sozomeno, escreveu ao imperador Constantino em favor de seu amigo, e não vacilou em apresentar-se na própria cidade de Alexandria. É indubitável também que, fora do influxo doutrinal, a presença de Santo Atanásio foi decisiva na orientação essencialmente escriturística e evangélica do movimento monástico. E, entre todas as suas obras, é sua “Vida de Santo Antão” a que constitui sua mais significativa contribuição ao desenvolvimento do espírito monástico.

1.3. A “VIDA DE SANTO ANTÃO”

Santo Atanásio escreveu a “Vida”, segundo alguns, por ocasião de seu primeiro desterro no deserto, na Tebaida, encontrando-se entre os monges, 356-362; segundo outros, tê-la-ia escrito em sua volta definitiva a Alexandria, depois de 366. Atualmente já ninguém discute que tenha sido efetivamente Santo Atanásio o autor da “Vida”. O que se discute entre os entendidos é, sim, o caráter dessa biografia, isto é, qual o seu gênero literário, a veracidade histórica de seu conteúdo, o próprio pensamento de Santo Antão. Parece haver acordo em aceitar que o substancial dos dados contidos na “Vida” corresponde ajustadamente à verdade histórica, Santo Antão, não é, pois, uma figura mítica, pura criação de Santo Atanásio, como tampouco o são as diversas circunstâncias e etapas de sua vida. No entanto, deve-se conceder que os diversos episódios, separadamente considerados, não têm todos a mesma qualidade. A maior dificuldade se apóia na apresentação da doutrina espiritual de Santo Antão e em alguns aspectos de sua luta contra os demônios; é evidente que se no essencial Santo Atanásio é fiel à figura de seu herói, não é menos certo que expõe suas próprias reflexões sobre o tema. Não cremos que se possa ir tão longe como afirmar que a “Vida” é um tratado de espiritualidade; ela é, efetivamente, uma biografia, que pretende credibilidade histórica (5:7), mas que tem, além dessa finalidade expressa, também outra, abertamente declarada: dar aos monges um modelo digno de imitação (4; 93,1.9; 94,1). É possível que Santo Atanásio tenha tomado em conta o gênero biográfico da antiguidade e que tenha inclusive conhecido determinadas biografias de autores pagãos que puderam ter-lhe servido de modelo. De qualquer modo, deseja demonstrar que o copta iletrado que foi Santo Antão superou amplamente todos aqueles heróis ou homens divinos, não por suas próprias forças, mas pela graça de Deus (5,10; 7,1; 38,3; 78,1.2; 84,1; 94,1). Dificuldades aparte apresentam os dois longos discursos dos caps. 16-43 (sobre o combate espiritual) o 72-80 (contra os arianos). Sabe-se que os historiadores antigos costumavam pôr na boca de seus heróis discursos ou sermões nos quais expunham seus próprios pontos de vista ou sintetizavam livremente as opiniões atribuídas a seus biografados. É provável que Santo Atanásio tenha também recorrido a este procedimento. Contudo, principalmente no primeiro dos discursos dever-se-á reconhecer que se trata do resultado de um influxo recíproco; dadas as íntimas relações entre Santo Atanásio e o mundo monástico do deserto, especialmente Santo Antão, os discursos espirituais refletem a sabedoria experimental dos monges, mas igualmente as reflexões e sabedoria pastoral do patriarca alexandrino. Pois bem, a conferência espiritual dos caps. 16-43, que constitui um quarta parte de toda a “Vida” é a que justamente apresenta o traço que costuma chocar o leitor não iniciado, o mundo horripilante dos demônios. Esse discurso foi caracterizado às vezes como verdadeira súmula de demonologia. Talvez não seja possível dar uma explicação absolutamente satisfatória desse fenômeno. Como todo documento antigo, incluído o Novo Testamento, também a “Vida” dá provavelmente mais lugar ao mundo do maravilhoso, e, portanto, do demoníaco. Muitos serão os fatores que influíram: incapacidade para discernir causas naturais; a convicção de que deuses e ídolos pagãos eram em realidade demônios, que se enfureciam contra os cristãos por sentir ameaçado seu domínio sobre o mundo; crenças populares; influxos de movimentos ocultistas. Não dando muita atenção, sem eliminá-las, no entanto, às representações demasiado realistas do mundo espiritual, fica o essencial de uma grande sabedoria feita de profunda observação e experiência vivida, unida ao carisma do discernimento e da direção espiritual. Finalmente, Santo Atanásio apresenta na “Vida” como tese fundamental, que a santidade ou perfeição cristã, animada pelo Espírito e refletida nas figuras bíblicas (especialmente São João Batista, Nosso Senhor Jesus Cristo, os Apóstolos) e nos mártires da Igreja, continuava ao alcance de todos. Podia mudar, sem dúvida, o quadro externo – agora, o monaquismo tal como Santo Antão o viveu -, mas a plenitude de vida do Espírito continuava sendo a mesma. Neste sentido, a “Vida” continua sendo um documento, não só monástico, mas simplesmente cristão, de perene atualidade. Isto explica também a imensa popularidade que a “Vida” teve em todos os tempos, a quantidade de traduções, desde as que, muito pouco depois da aparição do original grego, foram feitas do latim e do sírio, e constitui a razão mais profunda da versão castelhana (de onde vem esta portuguesa).

1.4. SANTO ANTÃO

Para conhecer a vida de Santo Antão tem-se como texto fundamental a obra de Santo Atanásio. Fora dela citam-se por vezes outras fontes, mas que não dão as mesmas garantias de autenticidade. Com mais ou menos segurança se lhes atribuem algumas cartas, ditadas por ele em todo caso, pois não sabia grego. Menor segurança reveste a atribuição que de alguns apoftegmas se lhe faz tradicionalmente. Fora de dúvida estão, no entanto, as notícias contidas na carta que, por ocasião da morte de Santo Antão, escreveu ao amigo deste, São Serapião, bispo de Thmuis (ob. entre 339 e 353), como igualmente a menção do historiador Sozomeno (+ 439?) e o elogio de São Gregório Nazianzeno (+ 389/390). Valem também as menções na literatura pacomiana, ainda que por vezes adornadas com um traço bem legendário. As datas da vida de Santo Antão são inseguras. A mais certa é a de sua morte, no ano 356. Segundo a “Vida” (89,3), tinha nesta data cento e cinco anos de idade. Ainda que semelhante idade, certamente não comum, não seja de todo improvável na vida de um homem, pode, no entanto, estar excedida em alguns anos. Sendo assim, Santo Antão teria nascido entre 250 e 260. Como lugar de origem, costuma-se dar a aldeia de Coma (Kiman-el-Arus), no Egito médio, perto da antiga Heracleópolis. Seus pais eram camponeses abastados. Além de Antão, tinham uma filha. À morte dos pais, o jovem, de uns 18 a 20 anos, vendeu a propriedade, por amor ao Evangelho, distribuiu o dinheiro aos pobres, reservando apenas algo para sua irmã, menor que ele. Posteriormente distribuiu também isso, consagrando sua irmã ao estado de virgem cristã. Retirou-se ele à vida solitária, perto de sua aldeia natal, segundo o costume da época. É a etapa de sua formação monástica, de sua apaixonada dedicação à Escritura e à oração; é também o período de seus primeiros encontros com o demônio. Depois de um certo tempo, buscando uma confrontação mais direta com o demônio, vai viver num cemitério abandonado, encerrando-se um mausoléu. Ali sofre ataques violentíssimos dos demônios, mas sem se deixar amedrontar, persevera em seu propósito. Assim chega aos 35 anos. Empreende então a separação decisiva: vai para o deserto. A “Vida” assinala esse passo como algo totalmente insólito nessa época (11,1). Santo Antão cruza o Nilo e se interna na montanha, onde ocupa um fortim abandonado. Ali passou quase vinte anos (14,1), não se deixando ver por ninguém, entregue absolutamente só à prática da vida ascética. Pressionado pelos que queriam imitar sua vida, Santo Antão abandona a solidão e se converte em pai e mestre de monges. Conta cinqüenta e cinco anos, e junto ao dom da paternidade espiritual, Deus lhe concede diversos outros carismas. Em torno dele forma-se uma pequena colônia de ascetas (44). Nesta etapa conta-se também a descida de Santo Antão e de seus discípulos a Alexandria, por ocasião da perseguição de Maximino Daia (311), para confortarem os mártires de Cristo ou ter a graça de sofrerem eles próprios o martírio. Voltando à solidão, encontrou-a povoada demais para seus desejos. Fugindo então à celebridade, Santo Antão chega ao que a “Vida” chama “Montanha interior” (a “Montanha” exterior, ou Pispir (Deir-el-Mnemonn) havia sido até então sua residência, e nela permanece a colônia de seus discípulos), o Monte Colzim, perto do Mar Vermelho. Apesar de tudo, de vez em quando visita seus irmãos, e estes vão a ele. A “Vida” coloca neste tempo a maioria dos prodígios que lhe atribui. A pedido dos bispos e dos cristãos, empreende segunda vez o caminho de Alexandria, para prestar seu apoio à verdadeira fé na luta contra o arianismo. Os últimos anos de sua vida passou em companhia de dois discípulos. Vaticina sua morte, faz legado de suas pobres roupas e roga a seus acompanhantes que não revelem a ninguém o lugar de sua sepultura. Gratificado com uma última visão de Deus e de seus santos, morreu em grande paz. Ainda que a “Vida” diga explicitamente que Santo Antão não foi o primeiro anacoreta (3,3-5; 4,1-5), sustentando, por outro lado, que foi o primeiro a retirar-se ao deserto do Egito (11,1), e ainda que, além disso , seja muito difícil assinalar origens e iniciadores precisos num movimento humano tão complexo como o monástico, contudo, a figura se sobressai em forma tão extraordinária, que com razão é ele considerado pai da vida monástica e, especialmente, como modelo perfeito da vida solitária. Sua fama já em vida, acrescentada depois de sua morte sobretudo através das páginas da “Vida”, é inteiramente justa. Ao celebrar sua festa, de acordo com muito antigas tradições, a 17 de janeiro, os cristãos reconhecemos o poder de Deus entre os homens, a força de sua sabedoria ao deixar-nos um exemplo em homem tão humilde, o dom de seu Espírito multiforme com a discrição e o alento fraterno do grande ancião.

1.5. O DESERTO

O deserto constitui, na revelação do Antigo e do Novo Testamento, um tema de atração particular. Sabemos que Israel teve no deserto as experiências mais imediatas da presença, do amor, da misericórdia de Deus, e que nele teve que lutar pela pureza de sua entrega, pela fidelidade a seu Deus. Para uma tradição, o deserto passou a ser inclusive um símbolo da relação mais pura, da frescura do primeiro amor entre Deus e Israel. Na medida, porém, em que Israel se fez sedentário, foi variando sua compreensão do deserto, e não viu nele senão algo terrível, cheio de ameaças e feras, onde ninguém podia viver. Deste modo, a meditação de sua própria história fê-lo perder a visão idílica de sua peregrinação pelo deserto, e apercebeu-se de que essa época esteve cheia de pecado, de ofensa a Deus, a tal ponto que em certo momento o deserto chegou a ser símbolo do juízo condenatório de Deus. Já se vislumbra nisto a oscilação na consideração do deserto como habitação privilegiada de Deus e como lugar de sua ausência, horrível, cheio de perigos e tentações. O Novo Testamento é igualmente devedor dessa dupla visão. É no deserto que São João Batista começa o anúncio do Reino de Deus, e para onde foge a Igreja perseguida do Apocalipse (12,5-6). É também a montanha solitária lugar preferido por Jesus para sua oração íntima. Mas o deserto é, além disso, morada do demônio, símbolo do obscuro e sem vida. Jesus é tentado no deserto e, segundo seu próprio ensinamento, esse é o lugar próprio dos demônios. Seja qual for a origem dessa dupla imagem do deserto, o essencial é que participa do paradoxo de tudo o que conforma a relação de Deus com o homem. Não há lugar, nem tempo, nem coisa, nem pessoa que goze da unidade que só é própria de Deus. Tudo está marcado com o signo da ambigüidade. Tudo pode ser sinal da presença de Deus, tudo pode ser também tentação para esquecê-lo. O deserto aparece então não sob a simplista concepção de uma fuga ou evasão do mundo, senão como aquela realidade de nosso mundo na qual, mais do que em nenhuma outra, se está com indefesa desnudez ante a única decisão que importa: por Deus ou contra ele. O deserto recorda ao homem sua pobreza e solidão essenciais, sem as quais não se pode compreender nem a riqueza da criação nem a graça que significa a comunidade e o serviço aos homens. É essa dupla visão caracterizada também pela “Vida”. Santo Antão vai ao deserto, vai progressivamente em busca de maior solidão para poder se enfrentar com todas as incitações que pretendem envolvê-lo em sua complexidade, estorvando-lhe o caminho à recuperação de sua unidade. É o lugar de sua luta contra o demônio. À medida, porém, que seu progresso espiritual avança, o deserto se converte para ele em lugar privilegiado de seu encontro pessoal e místico com Deus. Esta é a finalidade verdadeira e última de toda austeridade, de toda vida ascética. Seria insensato crer que Santo Antão ou os monges esgotam sua vida na busca do demônio. Buscam primeiramente a Deus, mas sabem muito bem que esse caminho passa através de todas as ilusões demoníacas. As privações de todo tipo, a leitura e meditação da Palavra de Deus, a oração constante, são as armas para percorrer o caminho sem temer os perigos. Sua meta última é, porém, restaurar a imagem do homem tal como foi criado por Deus: dono, e não escravo do mundo, ao serviço do único Senhor do universo, e assinalar o estado último e definitivo, em que tudo é um, em que tudo é Sim e Amém.

1.6. TEXTO DA “VIDA”

A “Vida de Santo Antão” foi escrita por Santo Atanásio em grego. Do texto grego se conhecem 165 manuscritos. Mais da metade deles se conservam na forma que receberam na compilação de Simeão Metafrasto, o hagiógrafo grego, em fins do século X. Este texto só teve até agora duas edições originais. A primeira foi feita por David Hoeschel em 1611; por este texto todo o século XVII conheceu a “Vida”. Em 1698, os beneditinos da Congregação de São Mauro J. Loppin e B. de Montfaucon publicam a primeira edição crítica das obras de Santo Atanásio, a qual figura na Patrologia grega de Migne, t.26, col. 837-976. De fato, ambas as edições, salvo algumas variantes, continuam utilizando o texto metafrástico. Seria necessária uma edição crítica do texto grego. Do texto original há duas versões latinas e várias orientais. A versão latina mais conhecida é a devida ao presbítero Evágrio de Antioquia, que no ano 388 chegou a ser bispo de sua cidade; Evágrio era amigo de São Jerônimo, e dedicou sua tradução a Inocêncio, amigo comum de ambos, morto em 374. Esta versão é, pois, do tempo de Santo Atanásio, e deve ter sido feita pouco depois da publicação do original, o que demonstra sua ampla difusão e popularidade. Dom André Wilmart deu a conhecer em 1914 a existência de outra versão latina distinta, conservada num códice do Capítulo da Basílica de São Pedro, e publicou algumas partes. Gérard Garitte editou-a integralmente em 1939. Supõe-se hoje em dia, geralmente, que esta versão é também anterior à de Evágrio, mas a deste é que foi constantemente copiada e impressa. Aparece efetivamente na edição beneditina mencionada anteriormente, ao pé do texto grego, e é também a publicada por Migne, tanto na Patrologia grega como no vol. 73, col. 125-168, da Patrologia latina. Também existem versões coptas, árabes, etíopes, sírias, armênias e georgianas, algumas já editadas, outras entretanto inéditas.

1.7. NOSSA VERSÃO

Como já se explicou ao leitor no prólogo, o manuscrito original da tradução castelhana foi preparado sobre o texto latino de Evágrio de Antioquia. Dada a penúria de material patrístico em nossa região, só nos foi possível utilizar o volume da Patrologia grega por muito pouco tempo. De todo modo, revimos todo o manuscrito segundo esse texto. As variantes de Evágrio, que nos pareceram mais importantes, consignamo-las nas notas com a sigla: E. Foram-nos muito úteis as versões de René Draguet, Robert T. Meyer e Jean Bremond, assinaladas mais adiante na bibliografia. Desde já agradecemos todas as observações dos eruditos amigos sobre erros de tradução ou sugestões para sua melhor formulação. É este também o lugar para agradecer de todo o coração ao Pe. Elmar Boos, o.f.m. Cap. do Convento de São Francisco de Valdivia, por sua generosidade em obter para nossa biblioteca o “Patristic Greek Lexikon”, de G.W.H. Lampe.

1.8. LACUNAS

Estamos muito conscientes de nossas insuficiências e lacunas. Em particular teríamos gostado de incluir a tradução das cartas e apoftegmas atribuídos a Santo Antão. Igualmente quiséramos ter podido incluir nesta “Introdução” uma resenha das traduções castelhanas da “Vida” e, sobretudo, uma exposição dos motivos mais salientes de sua doutrina espiritual. Mas, não só esta “Introdução” se teria estendido muito além do que já o foi, como também declaramos nossa incompetência neste ponto, maior ainda do que nos outros em que nos atrevemos a tocar.

1.9. BIBLIOGRAFIA

Damos a lista das obras que mais nos serviram tanto para a redação desta Introdução, como para a preparação da tradução e das notas:

MIGNE, Patrologia grega, t. 26 (PG).

MIGNE, Patrologia latina, t. 73 (PL).

COLOMBAS, GARCIA M., El monacato primitivo, T. I BAC 351, Madrid, 1974, 376 p.

BREMOND, JEAN, Los Padres del Yermo.

Prólogo de Henri Bremond. Aguilar, Madrid, s.a., 510 p.

DRAGUET, RENE, Les Pères du Désert. Plon, Paris, 1949, 1 X – 333.

LAMPE, G.W.H., Patristic Greek Lexikon. Clarendon. Oxford, XLVII – 1568 p.

LORIE, L.T.H.A., Spiritual Terminology in the Latin Translation of the Vita Antonii (Latinitas Christianorum Primaeva XI). Dekker & van de Vegt, Nimega, 1955, XV – 180 p.

MEYER, ROBERT T., The Life of Saint Anthony (Ancient Christian Writers, n. 10).

The Newman Press, Westminster, Maryl., 1950, 130 p.

Studia Anselmiana 38: Antonius Magnus Eremita.

Cura BASILII STEIDLE OSB Herder, Roma, 1956, VIII – 306.


FONTE:

Padres do Deserto
Mosteiro da Virgem (Petrópolis-RJ)

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A Cruz, o Livro e o Arado

20 02 2015

dom louis marie

[28 anos acontece em França, a Peregrinação de Pentecostes ” Notre-Dame de Chrétienté “, que reúne milhares de peregrinos que vêm a pé até a catedral de Notre-Dame Catedral de Notre-Dame de Chartres, e terminando Whit segunda-feira com uma missa solene na forma extraordinária do rito romano. Em 16 de maio de 2005, a missa de encerramento da peregrinação foi celebrada por Dom Louis-Marie Geyer d’Orth OSB, abade de Sainte-Madeleine de Le Barroux. Reproduzida a seguir em nossa tradução da homilia pronunciada pelo abade naquela época]

O último dia da peregrinação Jesus, de pé, caminhou por entre a multidão de peregrinos e gritou em voz alta: ” Se alguém tem sede venha a mim e beba quem crê em mim. Como diz a Escritura: Do seu seio jorrarão rios de água viva “[ Jo 7,37-38]. Jesus falou do Espírito Santo, que aqueles que acreditaram nele deviam receber.A água viva que jorra foi vista durante toda esta peregrinação, em sua alegria que se manifesta apesar do cansaço, a chuva, e todos os elementos de prova que você sabe. É da alegria cristã, uma alegria que não é deste mundo, que corre da cruz e sobe para o céu; A alegria cristã – como Santo Ambrósio nos diz – é a embriaguez sóbria do Espírito: emoção para a plenitude da vida espiritual que eleva as almas a Deus com fé, esperança e caridade; e sobriedade, porque a alegria do Espírito não é uma exaltação animado, mas o fruto do sacrifício.
San Benedetto tem cultivado este embriaguez sóbria do espírito. Considerada toda a extensão da hostilidade e do perigo que representava a decadência da sociedade romana, que foi o ponto de morrer em uma explosão de risos. Ele construiu um bastião no qual era possível viver uma alegria cristã autêntica, uma pequena cidade cristã, onde, finalmente, reinou o Evangelho.Trata-se de pequenas cidades que têm dado as raízes cristãs da Europa, e que fez de São Bento do patrono do nosso continente. Se você se inclina para dentro de uma clausura você vai perceber o segredo desta alegria que fecundou espírito cristão da Europa: você vai ver uma cruz, um livro e um arado. Como a vida monástica é o coração da vida cristã, eu imploro para apresentá-los como pontos de referência e fontes de alegria a todos vocês que são batizados.Você também, nestes últimos bastiões que têm famílias e escolas, você pode deslizar – agora e para sempre -. Estas fontes de água viva
A primeira fonte da alegria cristã é a cruz, a cruz está no centro dos nossos altares e nossas igrejas. Ele nos lembra do primado absoluto do culto divino de qualquer outra atividade humana; é um protesto contra o materialismo exacerbado em nossa sociedade que nega a vida do seu significado. Pelo contrário, a liturgia dá pleno sentido à vida, um sentido de transcendência absoluta de Deus sobre as criaturas e homens. É por isso que São Bento queria para regular todos os detalhes, para que Deus seja glorificado em todas as coisas. Por outro lado, a liturgia em São Bento é especialmente os grandes meios para alcançar a união íntima da alma com Deus e da vida eterna. Para este retorna incansavelmente seus monges Oratório. São Bento deu a oração, a melhor parte do tempo, o melhor momento do dia: não tem medo de “rejeitar” todo esse tempo para agradar a Deus. Não tenha medo de dar tempo para a oração.Você não vai deixar roubar o tempo do mundo. Faça como São Bento nela previsto com uma regra de vida. Em causa estão da glória de Deus e da vida das vossas almas. Não vos deixeis ser rejeitado pelas dificuldades. Mas que a sua oração seja a medida do Deus que te ama, que morreu na cruz por você, para que você possa viver na eternidade em Sua presença e do amor. Meça sua oração em seu destino eterno, que é tornar-se um aleluia de estar diante do Senhor.
A segunda fonte de alegria que você vai encontrar em um mosteiro é o livro, o livro que simboliza a cultura. San Benedetto salvou a cultura antiga e desenvolveu, impondo aos seus monges que ler várias horas por dia para que ele restaurou a adoração de conhecimento e amor de verdade. O que não é feito sem dificuldade ou sem trabalho, mas simplesmente não é feito sem recompensa e sem alegria. Hoje em dia, tornou-se uma questão de vida ou morte para as almas e para a sociedade. Porque os espíritos precisam cada vez mais essa maturidade que a cultura é, para não ser levado por todo vento de doutrina, soprando como uma tempestade. Não podemos deixar de ficar chocado com o sucesso mundial de livros como O Código Da Vinci . Mas há uma muito mais terrível participações em mais ou menos longo prazo. O da paz. Cultura, na verdade, é uma condição indispensável para que as pessoas possam viver juntos em paz. A sociedade em que vivemos é uma cultura de morte. Uma cultura que transmite em si e destilando seu veneno nas almas. Este veneno é o amor de si mesmo ao desprezo de Deus e os mais fracos, é a razão do mais forte. É por isso que você tem que ter em suas famílias, suas escolas, em seus movimentos a adoração de conhecimento e devoção à verdade. Também é necessário que você tenha o gênio de promover uma cultura genuína completamente penetrada pelo espírito cristão. Leia, a seguir! Pegue o livro e ler! Ler a Sagrada Escritura, o Evangelho, ler os Padres da Igreja, Santo Agostinho, São Gregório, o Grande, e todas as outras; conhecer a história do seu país, os poetas, professores e pensadores espirituais. Só se empoleirou-se nos ombros desses gigantes que foram dadas a nós por Providence, você vai vir para ganhar o príncipe deste mundo e sua cultura da morte, e para estabelecer a civilização do amor.
A terceira fonte de alegria que flui de um mosteiro o arado com que os beneditinos foram lavrados terras de pousio para transformá-las em jardins férteis.Isto significa que, por meio do trabalho, o sentido de dever e responsabilidade, nós podemos mudar o mundo. O sinal mais preocupante de deterioração é a perda de esperança e de sentido do bem comum. Não tenha medo de se envolver completamente e totalmente dar a Cristo e à sua Igreja. Pedirá alguns sacrifícios e esforço. Mas é só perder a sua alma de uma forma altruísta que você pode encontrar. O homem é feito para o arado, e trabalho é feito para consagrar-se a uma causa que transcende. Dom Gérard disse em Demain la Chrétienté que destacar um pouco “do cristianismo deve ser aos olhos de Deus e séculos de esforço e virtudes naturais. Ser preenchido com esperança, colocou a mão no arado.
Em conclusão, eu gostaria de dar-lhe um exemplo de um homem alegre, muito alegre, que embriaguez sóbria do Espírito e vida da cruz, do livro e do arado.É chamado de Bento XVI. O homem se apresentou como um autoritário e frio. A verdade é que ele é o servo de alegria. Sabemos que o seu amor para a grande liturgia, a sua imensa cultura e seu ardor no trabalho. Com essas três ferramentas que você colocou a serviço da alegria, a verdadeira alegria do mundo e da alegria de Deus. Em sua primeira homilia na Praça de São Pedro, lembrou-nos de que somos o fruto do pensamento de Deus e que não há nada mais belo do que ser alcançado por Cristo. Que não há nada mais belo do que conhecer e falar com outros a amizade com ele. Ele nos lembrou de que é um assustador e doloroso, mas bonito e grande, porque é verdadeiramente um serviço à alegria, à alegria de Deus que quer entrar no mundo.

http://romualdica.blogspot.com.br/2010_05_01_archive.html





Espiritualidade Beneditina

6 02 2015

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Beneditinos são monges, e sua espiritualidade vem desde as primeiras manifestações da vida consagrada na Igreja. palavra polonesa monge vem do grego:  monachos , que pode ser traduzido como este, que é um, ou aquele que é intrinsecamente um, para os quais é importante só uma coisa, isto é, a busca de Deus. Este é, portanto, um monge que deixou o caos deste mundo, e busca integrar e alcançar a harmonia interior, primeiro consigo mesmo, e, assim, com ele com Deus e com os homens. Este ideal pode ser realizado na comunidade ou na solidão. Daí muitos tipos diferentes de vida monástica: eremitica, ou solitário, e cenobítica, ou comunitários. Esta é a primeira implementação de monges Cartuxos, Camaldolenses ou Beneditinos.

Principal característica da espiritualidade monástica é “estar com Deus”, ao qual o monge procura por metanóia, ou conversão diária. O monaquismo tem o seu lugar muito distinto na Igreja como MARK absoluta de Deus.

Deus Absoluto revelado em Cristo, ele é uma verdade fundamental do significado da vocação monástica condicionado. Compreender essa verdade não é só a ação do intelecto, mas o conjunto dos seres humanos, o que implica a necessidade de dar testemunho da sua fé através da subjugação prático da vida, o Deus Altíssimo. Certamente verdade para cada cristão, mas, no caso do monge deve tomar a essência e forma de pertencer a Deus.

A primeira condição para o desenvolvimento de contato consciente com Deus está pronto para romper com o pecado. Para isso na base da graça são vários exercícios ascéticos projetados para purificar o homem. No entanto, o aspecto penitencial ou ascético não constitui, em si, a essência da metanoia, cuja tarefa é a de colocar um homem no caminho de Deus. Por isso, é uma submissão constante e real para a vontade de Deus. Metanoia é uma expressão de amor.

Monk na base dos conselhos evangélicos e os votos correspondentes a tornar-se não apenas a dimensão interna da dignidade humana e do caráter de um cristão.Beneditino em seus votos compromete-se a adotar o modo de vida monástico, a obedecer, de acordo com a regra e estabilidade. Uma característica de os votos monásticos beneditino de um monge é obrigado a uma comunidade específica.Casamentos em apesar do seu grande valor e dignidade não são um fim em si mesmos, são maneiras de realizar o desejo mais profundo de estar com Deus. Tomada de vocação monástica em conjunto com a adoção da Eucaristia é uma consagração pública de Deus.

Monk é chamado para fazer o bem para o seu companheiro claro exemplo de vida, concentrando-se em Deus. Distância para o “mundo” na espiritualidade beneditina não é desprezar quaisquer bens criados por Deus, mas tem que ser expressa por uma escolha sensata, que leva a uma avaliação mais objectiva e factual da temporalidade. A vida interior da espiritualidade monástica é caracterizada pela maior liberdade, no entanto, é formada sobre a Bíblia e liturgia. Assim, a oração é revelada em duas formas: como uma oração litúrgica ea oração do indivíduo.

Liturgia é um dos elementos essenciais da ligação da comunidade monástica, e é essencial para os monges, inesgotável e extremamente fonte de toda a vida espiritual. Liturgia das Horas centro da monástica é a Eucaristia diária.

A tradição monástica tem formado um sistema claro de oração interna. Esta oração é caracterizada por uma grande abertura. Ela deriva de duas fontes: a liturgia e lectio divina diária – leitura meditada da Bíblia e seus comentários, principalmente patrísticos. A vida monástica em termos de produção de uma atitude específica da oração, que o monge faz um homem de oração.

St. Bento na Regra tomou atitude claramente positiva em relação ao trabalho. É convento vida normal e ajudar os necessitados. Trabalhar para ele é uma forma de “adoração”, uma oportunidade para se aproximar de Deus e do próximo. Assim, uma atitude verdadeiramente sério e honesto para o trabalho, que flui de um sentido da presença de Deus.

O Monge envolve toda a vida na comunidade como uma “escola de serviço do Senhor” (RB Prol, 45).

No contexto da solidão e do relacionamento mútuo são igualmente importante estar aberto para o mistério de Cristo. Sinal visível de unificar a comunidade é a pessoa acusada.

Os componentes básicos do Estado e da tradição beneditina deve receber os visitantes, em que os monges têm de encontrar Cristo. Esta forma básica de apostolado na vida monástica é realizada de uma forma adequada aos mosteiros individuais.

Viveu a vida monástica como um todo, sem procurar quaisquer valores secundários estrangeiros, permite que a atitude otimista para o assunto, e a criação do mundo, apesar de sua transitoriedade. O resultado disso é procurado pela sala de monge – benedictina pax.

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Como cantar o Gregoriano?

15 09 2013
Monges Beneditinos

Monges Beneditinos

Além de uma ligeira noção de teoria musical, juntamente com uma voz “moderadamente” harmoniosa estão dez regras básicas para uma perfeita interpretação do canto gregoriano. Estes são os seguintes:
1. Atitude interior. canto gregoriano é oração cantada. Assim, uma interpretação credível exige termos espirituais, atitude básica e textos de conteúdo (você deve saber um pouco de latim e desfrutar grande paz de espírito).
Dois. Atitude exterior.cada linguagem corporal reflete seu interior. Auto-disciplina, calma e tranquilidade, a atitude em pé, sentado ou em pé, expressão facial … são essenciais. Nervosismo, a negligência, a mímica, a vibração ou corpo forçado representam trair falta de maturidade e altruísmo e causar descrença em cantar.
Três. Homogeneidade. Monástica oração cantada atinge o seu pico quando se fundiu com a voz. A homogeneidade do som é, portanto, um objetivo essencial da interpretação do canto gregoriano. Só pode ser alcançado através de uma auto-consistente, uma “ouvir uns aos outros” constante e uma maneira de cantar e essencialmente contido concentrado.
Cantando sem maestro significa a este respeito um grande desafio. A entonação perfeita é uma necessidade inevitável. Unidade coloração vogal é essencial para a uniformidade. Escurecer vocalização não é aconselhável, uma vez que perturba o personagem de cantar e tocar o texto.
Abril. Ligadura. cantar com ligaduras fraseado muito mais fácil, evitar excessos métrica e é insubstituível para jogar um verdadeiro estilo paráfrase menores compostos de elementos de grupos de pneus (a resolução de notas separadas destrói a melodia).
De Maio. Dinâmica e fraseado. fraseado ‘s, de acordo com o texto e melodia, gera música ao vivo (cantando sem fraseado é chato para o cantor e o ouvinte). Isto é conseguido com entradas diminuídas mais ágil, de modo a acústica da sala devem ser considerados.
Junho. Respirando coro. respiração deve ser realizada o mais silenciosamente possível, de acordo com o vizinho e permitir a continuidade de arcos longos fraseado melódico.
Julho. Valores da escrita pneumáticos. ritmo é regido pelo texto e seus acentos silábicos. Na implementação chamado melismatic são duas ou mais notas em uma sílaba de uma nota acentuado seguido 1-2 átono, de modo que ele cria uma mudança constante de grupos binários e ternários.
Agosto. Pausa. pausas são elementos essenciais para a interpretação da música e deve ser estruturada de forma flexível correspondente à estrutura da peça.
9. Texto. Compreender o texto de acordo com as demandas da América Latina deve fazer entendimento credibilidade do conteúdo. Eles também devem ser levados em conta acentos necessariamente silábico e pronunciar “t” aspirados ou “s” de som.
10. Modos. Pela escolha da modalidade é modos essenciais da igreja de seqüência. Para obter uma melhor compreensão do texto, especialmente em grandes espaços, é vantajoso que o coro possui uma voz de tenor para cantar em um campo de saudação.
Fonte pesquisada:http://mercaba.org/LITURGIA/Canto/Canto12.htm





O canto gregoriano – Partes do Dia

15 09 2013

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A vida do monge passa entre a oração eo trabalho, seja intelectual (estudo das ciências eclesiásticas), manualmente, cada um de acordo com sua especialidade e as necessidades do mosteiro. Mas onde o monge está realmente identificado como tal em oração, recitada sempre cantando o canto gregoriano.
Sete são as vezes que o gregoriano inundações todos os cantos do Abbey:
Matins: Primeira das horas canônicas em que eles rezam antes do amanhecer. Começa a vida do monge, cerca de seis horas.
Laudes: Parte do Ofício Divino seguindo Matins. Demora cerca de sete anos e meio.
Tertia: menos tempo do Ofício Divino, após a Eucaristia diária e 1030 nas férias.
Sexto: tempo menor que precede a Tertia. Ele roda sobre uma e quarenta e cinco.
Nona: Última hora de menores antes da véspera. Ele canta volta das quatro da tarde.
Vésperas: Tempo que antecede a Nona, que é cantado em sete horas.
Completa: Última parte da oração Divina, com o qual há um fim para as horas canônicas do dia. É feito 9:40 da noite.

Monges Beneditinos

Monges Beneditinos


CANTO EM SILOS
Apropriadamente, alguns dos registros de canto gregoriano emocionalmente mais impressionante, são aquelas feitas pelos monges de Silos e cantá-las como parte de seus serviços religiosos diários, e que a harmonia ea doçura inundou todos os cantos da Abadia de idade. Sem dúvida, seu tom leve e tranquilo adiciona um corante peculiar é ajudado pelos vogais arredondadas e consoantes suaves sua pronúncia espanhola.
Os monges da Abadia de Silos têm ajudado a preencher o catálogo Gregorian Chant trabalhos intensos e macio disco. Particularmente cativante são as frases finais que muitas vezes aparecem borradas em nada, como absorvido pelas paredes de pedra que cercam o coro. Isso é inerente à música, que muitas vezes vai embora no final de cada frase, e das palavras latinas sempre insistiu na última sílaba, dando à canção um sentimento de tristeza em cada frase longa.
Em Silos Coleção gregoriano, o canto é viril, preciso e estudado e, inevitavelmente, sexy. A ornamentação e alongamento nas notas, juntamente com o liquescence forçado e nasal, produzem imediatamente uma grande sensação de paz, paz espiritual que todo homem nunca olhar para dentro, danificada pelo curso da vida diária.
Agora, temos um fenômeno sociológico de difícil avaliação. A popularidade destes monges humildes e simples, ultrapassou nossas fronteiras ao redor do mundo, mas, quando tudo volta ao normal ea imposição de moda que ele cair no esquecimento, o canto gregoriano ainda está lá, como tem para séculos, para usar refúgio espiritual, independentemente de nossas tendências religiosas, porque, como você disse que o Revmo. P. Abad Dom Clemente Serna “, espiritualidade, não é incompatível com a crença.”
Fonte Pesquisada:http://mercaba.org/LITURGIA/Canto/Canto13.htm





Vida Comunitária Beneditina

13 09 2013
Monges em recreação

Monges em recreação

A vida em comum é um carisma de identificação da beneditina. São Bento acredita que na vida comum a pessoa média receberia melhor formação, bem como o apoio mútuo na sua busca de Deus e têm ampla oportunidade de exercitar o amor mútuo, um princípio fundamental da vida evangélica.

Em resposta ao chamado de Deus, o monge beneditino liga-se para a vida de um mosteiro em particular e para um grupo particular de pessoas sob um determinado abade e seus sucessores. A comunidade assim formada pode ser corretamente chamado de ecclesiola, a igreja em miniatura. Pelo testemunho de uma vida compartilhada em Cristo e por vários ministérios, a comunidade proclama a mensagem de salvação.

Como os monges e monjas de todos os mosteiros, os nossos monges mantêm suas personalidades individuais. Em vivendo a Regra de São Bento, cada um, durante o período de uma vida, ser integrados nas vidas dos outros monges e eles nos dele. Para aqueles que vivem em comunidade, o mandamento de amar a Deus por meio de um vizinho é dada ampla oportunidade de desenvolver ao longo de suas vidas. Nós somos estimulados pelo exemplo de nossos irmãos e aprender uns com os outros. No nível humano, podemos esfregar um ao outro de maneira errada, temos nossas próprias convicções a respeito de como as coisas devem ser feitas, se irritado com uma ligeira real ou imaginário. No entanto, tudo isso é material para transformação em Deus, que nos transforma, não apenas como indivíduos, mas também como um mosteiro.
Ele não está nos eventos raros, grandes que a comunidade é formada, mas nas pequenas trocas que ocorrem todos os dias: como podemos responder a um irmão, como é que esperam um do outro na mesa, como podemos antecipar as necessidades uns dos outros, como nós, pensativo manter aberta a porta para o outro. É mostrado pela forma, não só se recusam a fofoca sobre o outro, mas pela própria maneira como pensamos uns dos outros. Ela é feita de concreto pelo caminho oramos juntos, trabalhar e reunir-se informalmente como uma comunidade. Às vezes a nossa vida em comunidade também pode exigir correção mútua – decorrente não por raiva, mas por preocupação com o outro.

São Bento diz aos seus monges que deve haver amor verdadeiro entre eles e que “eles devem tentar ser o primeiro a mostrar respeito ao outro, apoiando com a maior paciência as fraquezas um do outro do corpo ou do comportamento, e sinceramente concorrentes em obediência a uma outro.Ninguém deve buscar o que julga melhor para si mesmo, mas em vez disso, o que julga melhor para a outra pessoa. ” (Regra ch.71). Todo o movimento do amor é para fora, para o outro, à imitação de Cristo “, que, embora fosse em forma de Deus, não considerou a igualdade com Deus algo que deve ser aproveitada no. Ao contrário, ele se esvaziou e assumiu a forma de servo “(Filipenses 2: 6-7).

– Dom Boniface Von Nell

Fonte:http://www.stanselms.org/








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