História de São Bruno de Colônia

1 03 2015

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O Maestro Bruno, alemão de nação, da célebre cidade de Colônia, filho de pais ilustres. Formado tanto nas letras seculares como nas eclesiásticas.

Cônego da Igreja de Remos, não inferior a nenhuma de entre as francesas; e escolaster (isto é: Reitor). Abandonou o mundo e fundou o ermo da Cartuxa que presidiu por seis anos.

Solicitado pelo papa Urbano II, antigo discípulo seu, transladou-se à cúria romana para ajudar ao mesmo Papa com seus alentos e conselhos nos negócios eclesiásticos.

Mas não podendo levar a agitada vida da cúria, inflamado em amor da solidão e quietude abandonadas, deixou a cúria e renunciou também ao arcebispado da Igreja de Reggio, para a qual tinha sido eleito por vontade do mesmo Papa.

Retirou-se ao ermo de Calábria, chamado a Torre, onde, com alguns leigos e clérigos viveu em solidão o resto de seus dias. Ali morreu e recebeu sepultura, depois de uns onze anos de sua saída de Chartreuse. (Crônica Magister; S.XII)

O parágrafo anterior, extraído da Crônica Magister ou Crônica dos cinco primeiros priores da Cartuxa,vem a ser um resumo da vida do Santo. Vamos agora a percorrer com mais detalhes estes fatos, e veremos neles a mão de Deus.

Primeiros anos de São Bruno e apelo a Sèche-Fontaine

Em que data nasceu? Ignoramo-lo; mas apoiando-nos num dado verdadeiro, a data de sua morte (6 de outubro de 1101), e nos acontecimentos de sua vida, podemos conjeturar sem grande perigo de erro, que Bruno nasceu entre 1024 e 1031. Nós optamos por cifrar a data em 1030.

Em Colônia (Alemanha) viveu seus primeiros anos, mas não conservamos nenhum documento deste período. Quando era menino, Colônia vivia ainda desse ressurgimento religioso que tinha impulsionado seu arcebispo Bruno I.

Naquela época, só os mosteiros e as igrejas tinham escolas onde se iniciava aos meninos nas letras humanas; numa destas escolas supomos que teria realizado Bruno os primeiros estudos. Um fato, em mudança, parece inegável: desde seus primeiros anos revelou nosso Santo dotes intelectuais invulgares, pelo que foi enviado a continuar seus estudos na escola catedralícia de Remos (França). Remos deixará realmente sua impressão nele, até o ponto em que, esquecendo sua origem alemã, se lhe chamará mais tarde Bruno “o francês”.

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Não se sabe com certeza em que se ocupou Bruno desde o fim de seus estudos pessoais até sua nomeação para escolaster (Reitor) de Remos, mas, já que esta cidade era então um dos focos intelectuais mais célebres da Europa de então, e tinha que manter sua elevada reputação mediante uma esmerada seleção do professorado, Bruno deve ter demonstrado sua competência nos cargos secundários que se lhe confiaram previamente, para que, apesar de sua idade (só contava 26 ou 28 anos) colocassem-lhe no posto mais destacado de suas escolas.

A eleição era uma grande honra e foi aceita com grande humildade e espírito de serviço pelo novo escolaster. O fato de que se lhe designasse tão jovem para ocupar um posto tão delicado significava que, Herimann, seu predecessor no cargo, tinha descoberto nele, não só excepcionais dotes para o ensino, senão também qualidades de trato e, inclusive, de governo.

Durante uns vinte anos foi um brilhante diretor do ensino em Remos . Ao claustro da catedral chegaram multidão de discípulos. Alguns deles atingiriam as mais altas dignidades da Igreja, como Eudes de Chatillon que foi eleito papa com o nome de Urbano II.

É de destacar também que, na época de sua docência em Remos, Bruno sobressaía aos olhos de seus discípulos no conhecimento dos textos sagrados, sobretudo do Saltério, e supomos que, tanto em Chartreuse como em Calábria, gozou-se de ter colegas “sábios”, orientando a seus ermitões para o estudo da Bíblia. Além de escolaster da catedral de Remos, ocupou assim mesmo o cargo de cônego na mesma.

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Em 4 de julho de 1067, o arcebispo de Remos, Gervasio, morria deixando fama de virtude. Sucedeu-lhe Manasés de Gournay com o título de Manasés I 1. Foi consagrado em outubro de 1068 ou 1069 e, ainda que tinha obtido a sede de Remos por simonia 2 em cumplicidade com o rei de França, Felipe I, Manasés , a princípio, administrou sua diocese de uma maneira calma que permitia esperar dele um governo normal.

Mas em seguida veio à luz seu duplo jogo. Para satisfazer sua cobiça sem, contudo, perder por isso sua sede episcopal, soube misturar habilmente os gestos de sábia e caritativa administração, com as rapinas mais audazes.

Manasés I nomeou a Bruno chanceler, encarregado por ofício da composição, registro e expedição dos documentos oficiais da cúria da Arquidiocese. Promover Bruno era lisonjear à opinião pública, sobretudo à universitária; era dar provas de boa vontade, sendo tão viva e geral a estima de que o Santo gozava.

Como vimos observando, Bruno se nos revela primeiro como uma alma totalmente orientada aos estudos sagrados; depois, como um “Maestro”, e, finalmente, como um homem cuja autoridade moral se impõe a todos. Tinha decidido consagrar sua vida ao estudo e ao ensino da fé; as coisas de Deus tinham cativado seu coração e bastavam para encher sua alma. Era um homem justo no sentido bíblico da palavra e, tal como o abade de Saint-Arnould, Guilherme, teve muito cedo que ter-se com o arcebispo Manasés I…

Em setembro de 1077, os pais do Concílio de Autun deporiam a Manasés , seguindo as diretrizes do papa Gregório VII em sua condenação da simonia. Mas o arcebispo conseguiria o perdão do Papa apesar da oposição de seus cônegos. O confronto se manterá até o ano 1080 em que o Papa lhe destitui definitivamente.

Durante todo este tempo, os clérigos dissidentes tiveram que deixar a sede episcopal de Remos, pondo em perigo suas nomeações e propriedades, e situando-se numa posição muito delicada em relação à hierarquia eclesial. O conde Ebal os acolherá durante esse período em suas terras.

Bruno não ignorava a situação em que se encontrava, apesar de seu total comprometimento. Sofreria profundamente tanto por sua caridade, justiça e honradez, como por seu amor à Igreja.

A miséria moral de Manasés I, não podia menos do que provocar no santo e reto Bruno uma destas duas reações: a resistência ou a renúncia para uma vida mais pura. Neste ambiente, o culto à Palavra de Deus, o amor da mais elevada amizade e a integridade que vemos em Bruno, condenam a alma humana a certa solidão. Um ser puro é, sempre e em todas as partes, um solitário. Ademais, à medida que se agravasse a situação, se sentiria mais obrigado a continuar a luta e mais atraído para a solidão.

Não é sem razão conjeturar a funda inquietude que para um coração submisso e bondoso era ter que se enfrentar publicamente e até suas últimas conseqüências a um superior eclesiástico. Viu e aceitou seu dever desde o princípio do conflito, com tanta clareza quanto o legado pontifício, Hugo de Die, mas sem impaciências, nem debilidade. Conduta serena. Não dá um passo precipitado, vai ao exílio quando deve, depõe ante os concílios para isso convocados e, pelo demais, sabe calar. Conduta limpa. Ele se mantém até o final, sem servilismo e sem orgulho. Conduta justa e forte de homem bom na maturidade de seus quarenta e cinco a cinqüenta anos, acrisolada pela tribulação.

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É provável que a hora da prova constituísse para Bruno a hora da luz. O desterro por Cristo será um passo decisivo em seu caminho para Deus. Durante aquela experiência única, o Espírito que o tinha conduzido o chamará ao deserto para falar-lhe ao coração.

A narração do mesmo Bruno a respeito de sua vocação no jardinzinho da casa de Adam, impõe-se por si só como documento histórico.

É a recordação pessoal mais íntima que temos de Bruno e ainda que os dados não nos permitam situar o lugar ou a data com precisão, pode-se afirmar que foi por volta de 1080, pouco antes ou imediatamente depois de ser deposto Manasés. A cena descrita por ele quinze ou vinte anos mais tarde -depois de 1096, quando Raúl foi nomeado preboste- escapa de sua pena como uma experiência única. É a clave de sua vocação e seu destino.

Encontram-se juntos Bruno, Raúl e Fulco; os três têm estado vinculados por propugnar na diocese e para o arcebispado a reforma eclesiástica. E, com mais categoria, Bruno. Depois vem Raúl, membro também do cavildo, posteriormente preboste e arcebispo dez anos depois. Chamam-no “o Verde”, provavelmente pela cor pálida de sua pele. Indubitavelmente é homem de valia. Com ele conservará Bruno relação de amizade e correspondência por muito tempo, e a ele vai dirigida a carta em recordação deste fato. O terceiro é Fulco. A bondade que irradia Bruno une os corações dos três amigos.

E sob aquela plácida e espiritual conversa de amigos no risonho jardim, irrompeu como uma labareda o Espírito Santo: “Então, ardendo em amor divino, prometemos, fizemos voto e dispusemos abandonar em breve o mundo fugaz para captar o eterno e receber o hábito monástico”.

A decisão, como a conta seu protagonista, tem um pouco de repentina e muito de poderosa. O “amor”, e não qualquer, senão o “divino”, fez-lhes literalmente “arder”. Três verbos fundem e somam sua ação: “prometemos”, isto é, abraçamos uma opção mediante a virtude da fidelidade; “fizemos voto”, comprometemo-nos ante Deus em virtude da religião; “dispusemos”, determinamos como executá-lo. Tríplice ação unificada que recai também sobre um tríplice objeto: abandonar o mundo fugaz, retiro à solidão; captar o eterno, vida contemplativa; e receber o hábito monástico, passar à ordem monacal.

Se cada situação concreta da vida humana tem um caráter singular e único, há algumas que marcam a pessoa para sempre. Assim foi neste caso para Bruno.

Era um chamado forte e inconfundível à conversão total a Deus, vocação a seu próprio destino de santidade. Então não podia conhecer com detalhes seus caracteres. Os irá descobrindo numa busca perseverante. Menos ainda podia adivinhar a originalidade deste chamado Divino e sua transmissão a futuras gerações de monges. Mas como uma semente que, fielmente cultivada, chega a árvore frondosa, estavam ali em germe todas as facetas da vocação monástica, tão rica em horizontes.

Ainda que não pensasse nisto, estava iniciada a vida em Deus e seu serviço, a entrega radical por amor ao Único sempre inesgotável, o desenvolvimento em plenitude da graça batismal, à escuta e comunhão com o Espírito, sua função eclesial como membro do Corpo místico, o depoimento de uma vida consagrada nos conselhos evangélicos, a esperança viva dos bens celestiais e a parusía. E expressamente mencionados no compromisso dos três amigos estavam três rasgos fundamentais: o hábito monacal, que era como dizer a vida monástica; a solidão, a contemplação e o motor disso tudo, o amor divino.

Bruno é um homem calmo, mesurado, de uma igualdade inalterável de caráter. Sua vida interior parece ter amadurecido lentamente nos cargos e provas, com a experiência do mundo e dos homens. Tivesse podido, sem dúvida, graças a uma disposição providencial, dever seu apelo a um acontecimento extraordinário; mas o chamado interior a uma vida mais profunda, coroando uma constante e excepcional fidelidade, é bem mais conforme com seu caráter e com o tipo mesmo de santidade que se reconhece nele. Este homem grave e recolhido, avançado já nas vias do espírito, não ia ser chamado por Deus com um golpe teatral, nem determinado a mudar de vida por um terror súbito: depois de ter caminhado longos anos na presença do Senhor, recebe simplesmente a graça de uma maior dedicação a Deus.

Seria imprudente fixar com demasiada precisão a data em que os três amigos, Bruno, Raúl Le Verd e Fulco Le Borgne realizaram seu voto no jardinzinho da casa de Adam. Seja como for, a conversão narrada por Bruno é um momento alto na história de sua vocação, um desses momentos de altura e plenitude, uma dessas horas a partir das quais se pode contemplar o panorama interior da alma distinguindo os diferentes níveis.

Este momento para Bruno e seus dois colegas é um momento de fogo divino.

O deserto de Chartreuse

Bruno, quando chegou a Grenoble, não tinha nenhuma idéia preconcebida sobre o lugar onde implantaria seu eremitério. Só deseja encontrar um lugar adequado para esse tipo de vida.

Anda em procura; sua idéia da vida eremítica é clara, mas não sabe onde realizá-la. Espera encontrar esse lugar na diocese de Hugo, onde abundam as montanhas, mas não está seguro disso. Em caminho, está convicto de que encontrará em Hugo um homem verdadeiramente de Deus, que compreenderá seu projeto e cujo trato e conversa, como os de Roberto de Molesmes, estimularão seu fervor.

Sete são os que formam o pequeno grupo que se apresenta ante o Bispo. Desconhecemos onde e quando aderiram a Bruno seus colegas; nenhum documento nos revela, mas os sete estavam decididos a levar juntos vida eremítica e já desde algum tempo procuravam um lugar propício para realizar seu projeto.

Bruno os conduz até o Bispo que, inspirado por um sonho, os guiará até o deserto do maciço montanhoso de Chartreuse. É Guigo, o quinto prior da Cartuxa, autor da “Vida de Santo Hugo”, quem nos refere e autentica a realidade do sonho, e sua provada austeridade no-lo confirma.

Se, finalmente, Bruno e seus colegas se instalam no deserto de Chartreuse , não é porque eles mesmos tenham escolhido o lugar, foi Deus mesmo quem o escolheu por mediação de seu intérprete, o bispo Hugo.

Numa manhã de junho, durante a festa de São João Batista, um pequeno grupo de homens, com rostos graves e pobre vestimenta, saía da residência episcopal de Grenoble, guiados pelo jovem bispo Hugo. Dirigiam-se para o norte e tomaram a rota do Sappey. Deixando atrás as últimas casas do povo, penetraram no imenso bosque.

Neste lugar solitário penetraram corajosamente nossos viajantes pela porta da Cluse e, como se procurassem o ponto mais selvagem, subiram até o extremo norte, onde o ermo termina numa garganta fechada por montanhas tão altas que o sol mal penetra ali durante a maior parte do ano. Ainda hoje as árvores se esticam para o céu entre as fendidas rochas, como fantásticas lanças, para conquistar ao menos com suas copas o ar puro, a luz e o calor.

Ali se deteve a pequena caravana; tinham chegado. O lugar escolhido vem de encontro à ânsia ardente dos sete primeiros cartuxos pela vida solitária. Porque é certo que não esperavam encontrar outra coisa no lugar onde se estabeleceram! A presença de uma fonte determinou provavelmente a localização.

Ficavam no deserto sete homens: Maestro Bruno, Maestro Landuino, toscano de Luca e renomado teólogo; Estevão de Bourg e Estevão de Die, cônegos ambos de São Rufo; Hugo, a quem chamavam o capelão por ser o único que entre eles exercia as funções sacerdotais, e dois laicos, Andrés e Guerín, que seriam os conversos.

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Bruno queria a vida eremítica pura, com solidão estrita, suavizada somente por alguns atos de vida comunitária. Uma vida eremítica, portanto, cujos perigos e inconvenientes se vejam equilibrados por elementos de vida cenobítica.

A comunidade será pouco numerosa, o suficiente para garantir a subsistência, mas evitando que seu aumento desproporcionado condicione necessidades impossíveis de cobrir. Admirável solidariedade espiritual de um grupo de homens, apaixonados de Deus, que se organizam entre si para que de suas vidas unidas brotasse a contemplação pura.

A parte de vida comunitária não é uma simples concessão à fragilidade da natureza humana, senão que constitui um verdadeiro intercâmbio espiritual e humano. Uma amizade santa une entre si aos membros do grupo. Amizade que se faz entre fortes personalidades de grande mérito, doutrina e santidade, cujo protótipo é Bruno. Estes três rasgos parecem caracterizar ao cartuxo, tal como o quer São Bruno.

A contemplação deve nutrir-se na fonte da Sagrada Escritura e os santos Pais; por sua vez, este conhecimento deve encontrar um estímulo na contemplação. Conhecimento cheio de amor, e amor que leva ao conhecimento. O cartuxo vive, em seu espírito e em seu coração, o mistério de Deus. E o vive com grandeza de alma. Nada há de mesquinho nesta vocação. Tudo está marcado com esse caráter de absoluto, de exigência, de totalidade, de plenitude, que dá sua verdadeira talha ao homem de Deus.

Daí a importância do lugar escolhido, porque semelhante forma de vida não se pode realizar em qualquer parte. Precisam-se umas condições especiais: um deserto, uma separação do mundo, um número reduzido de ermitões, uma proporção razoável entre “pais” e “irmãos”. A Chartreuse oferecia uma ocasião excepcional, quiçá única, para realizar sem nenhum obstáculo semelhante ideal.

Nestas circunstâncias é difícil imaginar que Bruno e seus colegas tivessem tido nem a mais remota idéia de fundar uma Ordem. Não, só formaram um grupo reduzido de solitários, com umas exigências concretas e numas condições únicas que podiam esperar continuassem muito tempo depois. Tinham uma consciência demasiado viva da originalidade de seu estilo de vida e, sobretudo, tal amor ao silêncio, à humildade, ao esquecimento e à abnegação que não sonhavam em estendê-lo a outras partes e a outras pessoas. A idéia de multiplicar sua experiência no espaço e, sobretudo, no tempo, era-lhes totalmente estranha. Convinha que a primeira geração de cartuxos, e o mesmo Bruno, vivessem e morressem sem outra intenção que a de viver como perfeitos ermitões contemplativos, a fim de que seu ideal levasse à experiência de uma pureza absoluta. Mais tarde, o Senhor disporia as coisas de modo diferente ao que tinham pensado, mas isto seria obra de Deus…

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O 9 de dezembro de 1086 proporcionou uma grande satisfação a Bruno e a seus colegas. Neste dia, num sínodo celebrado em Grenoble, o bispo Hugo ratificou solenemente as doações que tinham feito dois anos antes os proprietários das terras de Chartreuse. Os cartuxos ficavam donos definitivamente daquelas posses e ademais na carta se definia, não sem solenidade, o fim e a razão de ser do eremitério.

Bruno podia crer por fim que tinha atingido o porto pelo que suspirava sua alma. Durante seis anos seguiu esta vida que considerava como a mais pura, a mais santa, a mais consagrada a Deus e também a mais eficaz num mundo em que a mesma Igreja institucional, demasiado comprometida em interesses políticos e temporários, corrompia-se. Na Cartuxa cria ter encontrado definitivamente esse estar a sós com Deus, que considerava como o prelúdio do cara-a-cara eterno.

http://www.chartreux.org/pt/textos/bruno-historia.php#histo_4

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