A visão Cristã da Sexualidade Humana

6 02 2015

sexualialidadeO Sacramento do Matrimônio é fundamentado nas Leis do Criador. O casal santificado pelo Sacramento do Matrimônio é um testemunho da presença pascal do Senhor. A vida sexual deve ser exercida, de modo que os cônjuges se lembrem de que são filhos do Criador.

O criador fez, homens e mulheres, diferentes, e se completando em todos os sentidos. E ele disse: “… por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, e se unirá à sua mulher, e os dois serão uma só carne”.

O homem e a mulher se integram, se completam, se encaixam.. O esposo e a esposa devem viver a sua vida íntima de acordo com o bom senso, com seus interesses, porém, principalmente, respeitando um ao outro. O respeito mútuo nessa relação é fundamental. Dele, depende o sucesso da sociedade cristã que é família. Devemos dosar os desejos exagerados estimulados, pela mídia.

João Paulo II nos diz em Puebla que a família é uma aliança de pessoas à qual se chega por vocação amorosa do Pai, que convida os esposos a uma íntima comunidade de vida e de amor, cujo modelo é o amor de Cristo por sua Igreja.

A família cultiva o espírito de amor e serviço. O Matrimônio é uma aliança de Amor fiel e fecundo. O lar cristão é um ninho de Amor conjugal e familiar.

O casal santificado pelo Sacramento do Matrimônio é um testemunho da presença pascal do Senhor. Nele, a família se ama, discute a vida, os afazeres, se prepara para assumir a responsabilidade de pais, da educação dos filhos, dos problemas domésticos.

Vivemos em uma sociedade marcada pela modernidade. O homem encontra-se na atualidade, escravo da era do sexo e da violência. Portanto, temos que pesar o comportamento familiar, e adequá-lo à vida, de acordo com a moral, a ética e a religião. A busca desenfreada do prazer esvazia o homem até de Deus. Essa modernidade instiga o homem na busca insaciável do prazer, do poder e do ter.

O mundo está erotizado. A relação homem-mulher encontra-se ameaçada, a cada dia, pelas tentações, discórdias, infidelidades, dominações e invejas. Essas dificuldades são universais. Temos que conviver procurando evitá-las.

O exercício da paciência, da tolerância, da compreensão, da fidelidade, do respeito e da doação, é indispensável para o sucesso da união entre casais. O casal em desequilíbrio emocional transfere através do inconsciente, seus desajustes para a vida sexual. É um grave perigo. O amor conjugal exige a fidelidade inviolável. É uma doação definitiva e integral. Os filhos são o dom excelente do Matrimônio.

A melhor maneira de ter atitudes castas é cultivar a pureza dos pensamentos, palavras e desejos, dominando a imaginação. O homem de hoje está exposto a uma série de promiscuidades que dificultam a sua vida cristã normal e santa.

As fábricas de prazer como motéis, novelas, roupas sensuais, revistas, filmes pornográficos, fotos excitantes, são estimulantes que favorecem a busca de elementos estranhos à vida matrimonial. Sem falar, que como aberração, existem atualmente sex-shopings, lojas especializadas em objetos para estimular o prazer sexual.

Um sexo assim deve ser avaliado. Na minha opinião, não é o que o Criador quer de nós. Prazer, sim. Logo, o que pode ou não pode, cabe a cada casal, de comum acordo, respeitando, cada um, o corpo do seu parceiro.

É bom, sempre que possível, avaliar a relação. Verificar se o comportamento do casal está dentro dos princípios éticos, sem agressões à moral cristã, nem ao nosso próprio cônjuge.

O casal deve escolher o tipo de relação, que satisfaz os dois, sem que isso, possa conflitar com seus princípios. A consciência nos ajuda na avaliação.

. A função do casamento não é somente procriar, esta é a conseqüência natural e um fruto do amor:

O mau uso do sexo é que resulta nas doenças sexualmente transmissíveis, os abortos, a união apenas por prazer, a infidelidade, o vício do sexo, a prostituição, o “usar” pessoas, etc.

O ato sexual deve ser consumado pelo casal, respeitosamente, em lugar adequado, a sós. Ambos devem chegar ao orgasmo com parceria, afeto, carinho e, sobretudo amor. Estamos falando de seres humanos. De pessoas sensíveis e amorosas, filhos de Deus.

“O uso da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade” (CIC – n.2352).

A masturbação é um ato desordenado. Entende-se por masturbação a excitação voluntária dos órgãos genitais a fim de obter um prazer venéreo. É um ato desordenado. Aí o prazer sexual é buscado fora da relação sexual exigida pela ordem moral

A Educação Sexual exige ordem e disciplina, além do afeto e amor. É sabido que tudo vem lá de longe, quando o primeiro e os outros atos sexuais acontecem com a pessoa certa, dentro de um verdadeiro sentimento, com respeito e carinho, quando nasce do amor e da gratidão e do desejo de dar felicidade ao outro. Quando não deixa marcas é compensador. Tudo vem daí. Do saber controlar a sexualidade para não cair na vulgaridade, nas tentações, no culto ao sexo.

Cabe aos próprios cônjuges cristãos a adequação da sua vida conjugal. “Deus fez da relação sexual o meio mais profundo desse amor conjugal, fortalecendo a união no matrimônio. É no ápice dessa celebração do amor que o filho é concebido, sendo não somente sangue e carne do casal, mas a prova e o fruto desse amor conjugal”

O Amor Conjugal é participação, comunhão, não depravação, não dominação.

Estes exageros, sem que haja responsáveis, eu assumo dizer, é viver no pleno reinado demoníaco.

Um padre meu amigo, costuma falar que a quatro paredes, tudo é possível ao casal, desde que a sua consciência permita. Lógico, cada um, de acordo com suas necessidades físicas e amorosas. Sem exageros, cada qual respeitando seu corpo como um templo.]

“A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o homem não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (I Cor 7,4). “A união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres é chamada de fornicação, e e´ gravemente contrária à dignidade da pessoa e da sexualidade humana” (cf. CIC – n.2353).

“. O casamento é uma graça que une não só duas metades, mas sim, dois seres inteiros por mais feridos que sejam. Havendo amor e respeito, o amor é quase perfeito. Cura e refaz. (Pe. Zezinho)”.

Quanto a desejar Pessoas, São Paulo diz: “Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja…”Se a infidelidade mata o respeito e fere o amor mortalmente, se a pessoa que se deseja não está nesse contexto do pacto nupcial, logo, não é certo. “Não desejar a mulher do próximo”. Se, o que se refere, se enquadra nesta Lei de Deus… Você mesmo pode concluir com bom senso e ao mesmo tempo, lembrando Que Deus é Amor, logo, misericordioso.

Sejam felizes, vivendo um relacionamento sadio, para, quem sabe um dia, darmos à família o verdadeiro lugar que ela deve ocupar na sociedade?

Conte comigo!!!

Pe. zezinho, SCJ

Anúncios

Ações

Information

Deixe um comentário.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s




%d blogueiros gostam disto: