Uma Igreja que Abraça…

7 02 2013

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Não precisamos de uma igreja dominante, de paróquias onde o padre se torna um inquisidor, ao invés de evangelizador.

Não precisamos de capitães-do-mato, precisamos de catequistas…

Não precisamos de feitores, precisamos de leigos…

Não precisamos de capatazes, mas de pessoas consagradas no amor e para os serviço do reino de Deus.

Não se pode evangelizar querendo impor aos católicos um conservadorismo que nunca deu certo, pois todos sabemos que a igreja conservadora sempre esteve do lado dos mais poderosos, dos senhores feudais, de uma ala elitizada da sociedade que esmaga e explora os mais pobres e miseráveis.

Jesus no seu ministério jamais despreza os pobres, jamais exclui os mais indefesos e fracos.

Vários movimentos da igreja se levantam em favor dos poderosos e esquecendo dos mais humildes, muitos sacerdotes se vestem com roupas eclesiásticas e se mantem num status de ditador, de impositor e até se expressam como se fossem ou vivessem o período da inquisição.

Existem muito ricos de coração simples, de humildade no coração, e vivem praticando a justiça e caridade, assim como existem os ricos avarentos, perseguidores dos mais pobres e exploram os que vivem numa vida de miséria ao extremo.

Estou do lado de uma igreja justa, fraterna, que não defende ideologias, mas prega o evangelho, anuncia a boa nova para todos os povos, e assim faz brotar sempre uma nova missão como nos diz o Documento de Aparecida:

“A Igreja deve cumprir sua missão seguindo os passos de Jesus e adotando suas
atitudes” (DA 31, cita Mt 9,35-36).

E a atitude Jesus sempre foi de humildade, serenidade, paz, justiça e amor.

Cristo Libertador, que saiu ao encontro dos mais desfavorecidos e injustiçados de sua época.Que abraçou os mais excluídos da sociedade de seu tempo. Enquanto hoje, algumas paróquias com padres alienados e conservadores fecham o Sacrário, proíbem dos fiéis amargurados, angustiados, injustiçados, desesperados, se aproximem do mesmo.

Jesus não se escondeu do povo, mas viveu entre o povo, foi ao encontro da pecadora, da mulher que sofria de hemorragia, do cego de Jericó, fez curas, operou milagres, fez o bem.

Por que então, alguns sacerdotes movidos pelo ímpeto do seu conservadorismo, de suas alienações e fanatismos impedem as pessoas de se aproximarem do Santíssimo Sacramento?

Fiquem com Deus!

Tarcísio Silva

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